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Estamos juntos nessa

Ainda tem muito a ser descoberto sobre o novo coronavírus, mas uma coisa é certa: a transmissão é muito fácil e rápida. Não dá pra não pensar em quem não tem a doença, porque não é todo mundo que apresenta sintomas. Por isso, temos de nos isolar sempre que possível, e manter a distância. É tempo de rever atitudes, por mais simples que elas possam parecer, e de se cuidar. Por nossa família, nossos colegas, amigos de longa data. Estamos juntos no combate ao novo coronavírus!

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Tire aqui suas dúvidas sobre a doença

O coronavírus é transportado pelo ar?

Sim, existem evidências de que os aerossois produzidos quando falamos, cantamos, tossimos ou espirramos podem ficar suspensos no ar em ambientes mal ventilados demorando a se dispersar. O vírus pode sobreviver por muitas horas nos aerossois e infectar uma pessoa que já estiver presente ou entrar no local.

Uma pessoa que se contaminou pode ter a doença novamente?

Existem evidências de que a imunidade adquirida durante o curso da infecção pode não ser duradoura e já há relatos e comprovação de segunda infecção. Não se conhece quantos ficarão vulenráveis à essa reinfecção, mas novos estudos estão sendo conduzidos para melhorar esse conhecimento. No momento, o ideal é manter a proteção mesmo para quem já teve a doença.

O vírus vive menos na roupa?

Sim, mas o tempo de vida do vírus no tecido depende do material. No algodão, por exemplo, ele sobrevive um pouco mais do que no material sintético, onde resseca e morre mais rapidamente.

Crianças não correm tanto risco de contaminação quanto os adultos?

Sim, é verdade que as crianças não têm apresentado formas sintomáticas da doença. Ainda não sabemos se o vírus não consegue entrar no corpo da criança,ou se ele entra e não provoca os sintomas (o sistema imunológico não reage a ele da mesma forma que nos adultos). Existem exceções, mas não são muitas.

Há riscos de nos contaminarmos com uma pessoa já falecida?

Sim, ao falecer o corpo expulsa muitas secreções. Se a pessoa que morreu estava infectada, o vírus pode estar nessas secreções. Durante os velórios, também há o risco de transmissão entre as pessoas que vão ao cemitério, por isso é importante evitar aglomerações.

Quando uma pessoa fica liberada do isolamento e é considerada curada?

O isolamento deve ser mantido por um mínimo de 14 dias, devendo ter pelo menos 3 dias assintomáticos para sair do isolamento. Idealmente, são necessários 2 testes Rt-PCR negativos (detectam presença do virus) com intervalo de 48 horas entre eles após o término dos sintomas, para considerar a cura clínica da covid e ausencia de transmissão.