Síndrome de Burnout: sinais e sintomas

16 de dezembro de 2020

Nos dias de hoje, é comum ouvir falar sobre a síndrome de burnout. Apesar de não ser considerada um diagnóstico médico ou psiquiátrico e sim um fenômeno ocupacional que foi agravado pela situação de pandemia e pela crise econômica, a síndrome de burnout é o resultado da soma de fatores que a própria pessoa já carrega como, por exemplo, transtorno de ansiedade, depressão, abuso de substâncias e outros, com fatores do ambiente de trabalho como sobrecarga de tarefas, falta de confiança e mudanças constantes.

O que é a síndrome de burnout?
O termo “burnout” vem do inglês e significa esgotamento. Isso significa que uma vida profissional desgastante, com ritmo de estresse excessivo, pressão psicológica e muitas responsabilidades pode, sim, evoluir para um problema psicológico sério, como a síndrome de burnout.

A síndrome de burnout é caracterizada por um esgotamento físico e mental intenso causados por questões ligadas diretamente à vida profissional, que levam à exaustão. Segundo a psiquiatra da Diretoria de Serviços de Saúde Mental da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Fernanda Benquerer, em entrevista para o Blog da Saúde (do Ministério da Saúde), “são três aspectos principais que devem ser observados: esgotamento emocional, distanciamento afetivo e perda de sentido de realização profissional. Normalmente, os profissionais de saúde são os mais afetados pela Síndrome de burnout, mas outras profissões também estão bastante suscetíveis a ter esse tipo de doença, como profissionais de comunicação e professores. Porém, vale lembrar que qualquer profissional pode apresentar esse tipo de doença”.

Burnout: sinais e sintomas
Existem comportamentos que podem sinalizar a possibilidade da síndrome de burnout:

Cansaço físico e mental constante: o excesso de trabalho e níveis elevados de autocobrança e expectativa podem transformar a fadiga em rotina.

Crises de ansiedade: os episódios acontecem principalmente nas horas que antecedem o início do trabalho.

Baixa autoestima e insatisfação com o trabalho: o esgotamento profissional pode fazer com que a pessoa se sinta incapaz de atingir seus objetivos.

Como prevenir?
A mudança de hábitos é a chave para combater a síndrome de burnout. Algumas medidas e atitudes simples podem mudar tudo, como por exemplo:

Defina limites: procure equilibrar o tempo dedicado à sua vida profissional e à pessoal.

Fuja da rotina: tente fazer algo diferente de vez em quando, como se dedicar a um hobby.

Faça atividades físicas: natação, corrida, bicicleta, qualquer modalidade vale!

Agora que você já conhece o que é, quais os sinais e sintomas e como prevenir a síndrome de burnout, é hora de ficar atento! Preze sempre por seus momentos de lazer, hobbies e diversão, procurando sempre equilibrar as emoções da vida profissional e da vida pessoal. E lembre-se: se os sintomas existirem e persistirem, procure um especialista.

 

 

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